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bmpeghumanas

O artigo “Rastreando memorias indígenas en Buenos O artigo “Rastreando memorias indígenas en Buenos Aires: vínculos entre materiales, sensorialidades y narrativas”, de autoria de Virginia M. Salerno, Carolina Leiva, María Gabriela Chaparro e María Alejandra Pupio, pesquisadoras vinculadas a instituições como o Consejo Nacional de Investigaciones Científicas y Técnicas (CONICET), Universidad Nacional de Luján, IInstituto INCUAPA e Universidad Nacional del Sur, respectivamente,  analisa o papel dos materiais arqueológicos na construção das memórias indígenas na província de Buenos Aires.

A pesquisa destaca como objetos, práticas e experiências sensoriais se articulam na produção de sentidos sobre o passado e o presente. Para isso, apresenta dois casos: o trabalho de ceramistas que recriam técnicas indígenas a partir de fragmentos arqueológicos e a experiência do espaço El Antigal, gerido pela comunidade Lma Iacia Qom.

Em ambos os contextos, os materiais arqueológicos deixam de ser apenas vestígios do passado e passam a integrar processos vivos de memória, identidade e resistência. O estudo evidencia ainda as tensões e negociações presentes nos processos patrimoniais, reforçando a importância do diálogo entre saberes acadêmicos e comunitários.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/04/rastreandosalerno.pdf

Para ler outros artigos da edição de v. 21, n. 1 do BMPEG. Ciência Humanas, acesse o link na bio!

#bmpeghumanas
#paratodosverem
Os pesquisadores Thiago da Costa Oliveira e Andrea Os pesquisadores Thiago da Costa Oliveira e Andrea Scholz, da University of Music Franz Liszt Weimar e Ethnological Museum of Berlin na Alemanha, são autores do artigo ‘A curadoria como forma de conectar mundos vividos: metodologias para o envolvimento de museus com comunidades indígenas do alto rio Negro’ que compõe o BMPEG. Ciências Humanas (v. 21, n. 1).

Um conjunto significativo de artefatos do alto rio Negro tem provocado debates importantes sobre o papel dos museus etnográficos e suas práticas curatoriais. Presentes em instituições ao redor do mundo, esses objetos carregam significados que vão além da materialidade, sendo considerados, por povos indígenas como Baniwa, Tukano e Kotiria, elementos vivos, ligados à ancestralidade e à criação.

Diante disso, iniciativas de curadoria colaborativa têm ganhado destaque ao aproximar comunidades de suas coleções históricas, muitas vezes deslocadas em contextos coloniais. Esses projetos, realizados no Brasil e na Alemanha, propõem novas formas de interação entre museus e povos indígenas, promovendo a inclusão de diferentes saberes e perspectivas.

Ao questionar modelos ocidentais tradicionais, essas experiências buscam transformar os museus em espaços mais abertos e participativos, capazes de dialogar com os contextos culturais de origem dos artefatos.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/04/curadoriaoliveira.pdf

Para ler outros artigos da edição de v. 21, n. 1 do BMPEG. Ciência Humanas, acesse o link na bio!

#bmpeghumanas
As autorias Antonio Guimarães e Daiana Travassos A As autorias Antonio Guimarães e Daiana Travassos Alves, da Universidade Federal do Pará, contribuíram para essa edição do BMPEG. Ciências Humanas (v. 21, n. 1) com o artigo ‘Biografia vitrificada: agências e materialidades nos processos migratórios em um século de atividades seringueiras na Amazônia (1848-1945)’.

A análise da cultura material vítrea de um sítio arqueológico-histórico na Amazônia paraense lança novas luzes sobre as dinâmicas sociais e econômicas dos ciclos da borracha. A pesquisa, centrada no sítio Taboca-1, no médio rio Xingu, examina frascos e garrafas para identificar marcas, usos e circuitos de circulação, articulando esses vestígios a registros históricos, como anúncios de jornais. 

O estudo revela conexões entre a exploração da seringueira (Hevea brasiliensis) e o intenso fluxo migratório de nordestinos, inseridos em sistemas de trabalho marcados pela desigualdade. Ao reconstruir a trajetória de objetos e empresas farmacêuticas atuantes na economia gomífera, a investigação evidencia distinções socioeconômicas e a presença de outros produtos nos circuitos comerciais. 
Mais do que vestígios, os artefatos emergem como agentes históricos, capazes de ativar memórias e expressar vínculos com as origens dos trabalhadores. Nesse contexto, a materialidade torna-se chave para compreender as complexas relações entre pessoas, objetos e ambiente na formação da Amazônia moderna.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/04/biografiaguimaraes.pdf

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#bmpeghumanas
A autora do artigo ‘Mulheres na Amazônia brasileir A autora do artigo ‘Mulheres na Amazônia brasileira: a luta das trabalhadoras da pesca, do garimpo e da agricultura familiar para confrontar o sofrimento e a violência contínuos’, Rosane Brito, apresenta a luta de trabalhadoras da pesca, do garimpo e da agricultura familiar no Pará. A pesquisa evidencia como o avanço do agronegócio e da mineração intensifica vulnerabilidades e violências. Ainda assim, essas mulheres se afirmam como protagonistas, sustentando suas famílias e rompendo estruturas de poder. Uma leitura essencial para construir uma visão crítica sobre a região.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/04/mulheresaraujo.pdf

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#ParaTodosVerem
A pesquisadora Rosane de Seixas Brito Araújo, vinc A pesquisadora Rosane de Seixas Brito Araújo, vinculada ao Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento (IRD), em Brasília, contribui para o debate sobre desigualdades sociais na Amazônia brasileira com o artigo “Mulheres na Amazônia brasileira: a luta das trabalhadoras da pesca, do garimpo e da agricultura familiar para confrontar o sofrimento e a violência contínuos”.

O estudo analisa os impactos do modelo econômico desenvolvimentista na região amazônica, destacando como esse processo tem intensificado conflitos sociais, violência e vulnerabilidade entre populações tradicionais. Com base em uma pesquisa de inspiração etnográfica realizada em 2023, a autora investiga a realidade de mulheres trabalhadoras nos setores da pesca, do garimpo e da agricultura familiar, especialmente no município de Itaituba, no oeste do Pará.

A pesquisa evidencia que essas atividades, embora fundamentais para a subsistência local, têm sido profundamente afetadas pelo avanço do agronegócio e da mineração, inseridos em dinâmicas globais de exploração econômica. Nesse contexto, as mulheres enfrentam múltiplas formas de sofrimento social, que se manifestam tanto nas condições de trabalho quanto nas estruturas familiares e nas experiências cotidianas marcadas por violência e desigualdade.

Ao mesmo tempo, o estudo revela a agência dessas trabalhadoras, que se reconhecem como “guerreiras” e constroem estratégias de enfrentamento e sobrevivência. 

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/04/mulheresaraujo.pdf

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#ParaTodosVerem
A autora Camila Galan de Paula da Universidade Fed A autora Camila Galan de Paula da Universidade Federal do Vale do São Francisco no Piauí, contribuiu para o BMPEG. Ciências Humanas v. 21, n. 1 com o artigo ‘Odilon Nunes e a composição do povo piauiense: silenciamentos indígenas e ‘mamelucos’ em uma narrativa da história piauiense’.

 O estudo lança luz sobre os silêncios presentes na historiografia do Piauí ao analisar a obra do historiador Odilon Nunes. A pesquisa investiga como indígenas e mamelucos foram retratados na formação do povo piauiense, evidenciando estratégias narrativas que os relegam ao passado ou os tornam invisíveis na construção histórica. A partir de uma abordagem da antropologia da história, o artigo examina o ensaio “O Piauí, seu povoamento e seu desenvolvimento” e identifica mecanismos de apagamento, como a associação dos povos indígenas a um tempo superado. 

Ao comparar essa narrativa com outras produções historiográficas, o estudo revela contradições e lacunas que expõem a persistência de presenças indígenas e mestiças. A análise contribui para o debate contemporâneo ao mostrar como narrativas históricas moldam identidades, pertencimentos e exclusões, reforçando a necessidade de revisitar a história sob novas perspectivas.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/04/odilondepaula.pdf

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#ParaTodosVerem
As autorias Jaqueline Ferreira de Oliveira, Marina As autorias Jaqueline Ferreira de Oliveira, Marina Fernandes de Figueiredo Souza TeixeiraI e Paulo Beltrão Rabelo do Centro Universitário do Estado do Pará, compõe a edição do BMPEG. Ciências Humanas v. 21, n. 1 com o artigo “Valores culturais da natureza: o imaginário amazônico como fonte inexplorada em políticas públicas de proteção ambiental”.

O estudo propõe integrar o imaginário amazônico às políticas de conservação ambiental no Brasil como forma de fortalecer o engajamento social na proteção da natureza. A pesquisa parte da crítica ao modelo utilitarista, que reduz o meio ambiente a recurso e enfraquece a relação afetiva entre indivíduo e natureza. Segundo as autorias, a falta de conexão emocional faz com que a degradação ambiental só gere reação quando atinge diretamente a população.

Com base em análise bibliográfica e documental, o trabalho destaca que povos originários mantêm uma relação espiritual e simbólica com o ambiente, atribuindo-lhe sentidos que promovem respeito e preservação. No entanto, essa dimensão cultural ainda é pouco considerada pelo poder público, cujas políticas priorizam critérios técnicos e objetivos.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/03/valoresoliveira.pdf

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O blog SciELO em Perspectiva Humanas publicou uma O blog SciELO em Perspectiva Humanas publicou uma press release sobre o dossiê “Direitos ‘sequestrados’ aos povos tradicionais”, que integra a edição de v. 20, n. 3 do Boletim Ciências Humanas do Museu Paraense Emílio Goeldi.

A matéria destaca o protagonismo de povos indígenas, quilombolas e comunidades tradicionais na luta por direitos, além de reunir análises e reflexões sobre temas fundamentais para a compreensão da justiça social e da valorização de saberes ancestrais no Brasil.

A publicação já está disponível para leitura no blog e amplia o alcance das discussões propostas pelo dossiê.

Para ler na íntegra acesse: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2026/03/27/boletim-do-goeldi-evidencia-protagonismo-de-povos-tradicionais-na-luta-contra-direitos-sequestrados/

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O artigo de autoria de Cliverson Pessoa e Angislai O artigo de autoria de Cliverson Pessoa e Angislaine Freitas Costa, da Universidade de São Paulo (Museu de Arqueologia e Etnologia) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Museu Nacional, Rio de Janeiro), respectivamente, contribui para esta edição do BMPEG: Ciências Humanas, v. 21, n. 1.

A pesquisa lança luz sobre uma aquarela inédita do século XIX, intitulada “Cena de pesca após a tempestade” (1868), assinada por José Keller durante sua expedição à Amazônia. A partir do cruzamento entre a imagem e o itinerário de viagem de Franz Keller-Leuzinger, o estudo demonstra como registros visuais podem revelar aspectos do passado que muitas vezes não aparecem em fontes escritas. A análise destaca o potencial das imagens históricas para ampliar a compreensão do contexto social e ambiental da época.

A obra, atualmente preservada na Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro, retrata indígenas às margens de uma cachoeira e esteve desaparecida por 14 anos, sendo recuperada apenas em 2018. Com base na aquarela, os pesquisadores identificam indícios do modo de vida dos indígenas Caripuna na antiga Cachoeira do Teotônio, no alto rio Madeira. O estudo reforça a importância das fontes visuais como instrumento para investigar a história indígena e compreender as transformações da paisagem amazônica ao longo do tempo.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/03/cachoeirapessoa.pdf

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