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Os autores Marcony Lopes Alves e Igor Morais Maria Os autores Marcony Lopes Alves e Igor Morais Mariano Rodrigues desenvolveram o artigo “Um capítulo germânico pouco conhecido da arqueologia amazônica: a formação e a dispersão das coleções arqueológicas reunidas por Protásio Frikel no Baixo Amazonas (1939-1957)” que compõe a edição de v. 21, n. 1 do BMPEG. Ciências Humanas.

Coleções arqueológicas formadas nas primeiras pesquisas na Amazônia seguem sendo peças-chave para compreender o passado pré-colonial e a própria história da ciência na região. Um novo estudo lança luz sobre o percurso dessas coleções ao mapear a atuação do missionário e pesquisador Günther Protásio Frikel entre 1939 e 1957, no Baixo Amazonas, no Pará.

Durante esse período, Frikel conciliou atividades religiosas com a prospecção de sítios, coleta de artefatos e registro de informações arqueológicas. A pesquisa revela que seu trabalho antecede tanto sua entrada no Museu Paraense Emílio Goeldi quanto a consolidação da arqueologia como campo profissional no Brasil. Sem publicar seus achados, o pesquisador teve seus materiais e manuscritos dispersos por redes científicas e eclesiásticas, no Brasil e no exterior. O estudo também destaca um desafio persistente: a existência de acervos pouco documentados, cuja reinterpretação é vista como uma tarefa urgente para a produção de conhecimento e preservação histórica.

Acesse o artigo em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/02/capituloalves.pdf

Para ler outros artigos da edição de v. 21, n. 1 do BMPEG. Ciência Humanas, acesse o link na bio!

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O artigo Povos indígenas isolados ante as políti O artigo Povos indígenas isolados ante as políticas da extrema direita brasileira no governo (2019-2022) propõe uma análise da política indigenista oficial no governo Bolsonaro, destacando que, entre 2019 e 2022, houve um enfraquecimento das políticas de proteção aos povos indígenas isolados e uma ruptura com o paradigma de proteção territorial, autonomia e não contato adotado pelo Brasil desde o final da década de 1980. Os autores apontam que, na Amazônia, o avanço de atividades econômicas intensificou as pressões sobre esses territórios, com o crescimento do agronegócio, da mineração, da grilagem de terras e de projetos de infraestrutura, ao mesmo tempo em que o apoio a missões fundamentalistas, o emparelhamento institucional e a política negacionista em relação à Covid-19 agravaram a vulnerabilidade dessas populações, evidenciando situações críticas monitoradas por ferramentas geoespaciais.

Disponível em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/02/povosaparicio.pdf

Para ler outros artigos da edição de v. 21, n. 1 do BMPEG. Ciência Humanas, acesse o link na bio!

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Os pesquisadores Miguel Aparicio, Luísa G. Girard Os pesquisadores Miguel Aparicio, Luísa G. Girardi, Helena Palmquis,  Fabio Augusto Nogueira Ribeiro, Amanda Villa, Maria Emilia Machado Coelho de Oliveira, Luisa Daccache Suriani, Lilian Bulbarelli Parra e Carolina Ribeiro Santana apresentam o artigo ‘Povos indígenas isolados ante as políticas da extrema direita brasileira no governo (2019-2022)’ que compõe o BMPEG. Ciências Humanas v. 21, n. 1.

 Os autores mostram que durante o governo de Jair M. Bolsonaro (2019–2022), especialistas e organizações socioambientais apontaram um período de enfraquecimento das políticas voltadas à proteção dos povos indígenas isolados no Brasil. Segundo pesquisadores das áreas antropológica e jurídica, houve uma ruptura com o paradigma adotado pelo país desde o final da década de 1980, baseado na proteção territorial, na autonomia dos povos e na política de não contato. Esse modelo foi criado para respeitar a decisão desses grupos de permanecerem isolados e evitar impactos sanitários, culturais e sociais provocados pelo contato forçado.

Na Amazônia, região que concentra o maior número de povos indígenas isolados do mundo, o avanço de atividades econômicas aumentou as pressões sobre territórios tradicionais. A expansão do agronegócio, a grilagem de terras, projetos de mineração e obras de infraestrutura energética passaram a representar ameaças mais intensas a essas populações. Além disso, a pandemia de Covid-19 agravou a vulnerabilidade desses povos, especialmente diante de críticas à condução das políticas de saúde e proteção voltadas às comunidades indígenas durante o período.

Disponível em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/02/povosaparicio.pdf

Para ler outros artigos da edição de v. 21, n. 1 do BMPEG. Ciência Humanas, acesse o link na bio!

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O artigo do pesquisador Fábio Alves, do Instituto O artigo do pesquisador Fábio Alves, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), analisa como diferentes discursos históricos buscaram legitimar a apropriação do território amazônico. O artigo faz parte do BMPEG. Ciências Humanas v. 21, n.1.
A partir de relatos de viajantes europeus no Rio Amazonas, de discursos de líderes políticos e de propostas contemporâneas de desenvolvimento, o autor demonstra que, apesar das diferenças de época, essas narrativas apresentam estruturas semelhantes. Segundo o estudo, tais discursos frequentemente desvalorizam os povos nativos ao sugerir a ausência de atributos considerados “civilizatórios”, ao mesmo tempo em que exaltam o papel do colonizador ou do agente externo como responsável por levar progresso e desenvolvimento à região.
Disponível em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/03/legitimacaoalves-1.pdf

Para ler outros artigos da edição de v. 21, n. 1 do BMPEG. Ciência Humanas, acesse o link na bio!

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Matérias de divulgação sobre o Dossiê do BMPEG Matérias de divulgação sobre o Dossiê do BMPEG. Ciências Humanas. 
O Dossiê “Direitos ‘sequestrados’ aos povos tradicionais", publicado no v. 20, n. 3 do Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi. Ciências Humanas, reúne um conjunto expressivo de contribuições que refletem sobre as múltiplas formas de violação, silenciamento e resistência vivenciadas por povos indígenas e quilombolas no Brasil. O dossiê se propõe a discutir, de maneira crítica, a importância de periódicos acadêmicos incorporarem a equidade de gênero, bem como a diversidade étnica, racial e geográfica.

Confira na íntegra as matérias: 
Portal Museu Goeldi: https://www.gov.br/museugoeldi/pt-br/arquivos/noticias/povos-indigenas-no-para-recebem-boletim-de-ciencias-humanas-do-museu-goeldi

UNIFESSPA: https://unifesspa.edu.br/noticias/7625-povos-ind%C3%ADgenas-no-par%C3%A1-recebem-dossi%C3%AA-sobre-direitos-sequestrados.html

UFPA: https://ufpa.br/publicacao-evidencia-protagonismo-de-povos-tradicionais-na-luta-contra-direitos-sequestrados/

Correio de Carajás: https://www.instagram.com/p/DTx-2FtEVv_/?igsh=MTJvaDg1OXhhdWlldw==

Revista de Pesquisa FAPESP: https://revistapesquisa.fapesp.br/o-medico-brasileiro-galdino-ramos-ajudou-a-moldar-a-ciencia-das-impressoes-digitais/

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No dia 9 de janeiro deste ano, em evento denominad No dia 9 de janeiro deste ano, em evento denominado “Construindo Memórias com Arihera, ocorrido na Aldeia Sororó” as autoras Luiza Mastop-Lima e Arihera Surui, fizeram o lançamento do artigo “Construindo memórias com Arihera: educação e identidade aikewara em foco”, que integra o Dossiê “Direitos ‘sequestrados’ aos povos tradicionais” do BMPEG. Ciências Humanas, v. 20, n. 3. O artigo destaca a guerreira Arihera Surui, cuja trajetória inspira a preservação da memória, da identidade e dos saberes tradicionais do povo Aikewara.

O evento é atividade do projeto de pesquisa e extensão “Nossa escola, nossos traços”, coordenado pela autora Luiza Mastop-Lima, tendo como parceiro institucional o MPPA (colocar por extenso). Na ocasião foi feita a entrega de versão impressa do Dossiê publicado no do BMPEG. Ciências Humanas, v. 20, n. 3, para a biblioteca da Escola Sawarapy Surui, bem como de um exemplar para Arihera, que estava representada por Miho Surui.

A abertura do evento contou com apresentação cultural de discentes da Escola Indígena Sawarapy Surui e, em seguida, com uma mesa de diálogos entre conhecedores e conhecimentos, da qual participaram: o cacique Maira Surui; o vice-cacique Mahu Surui; o ancião/guerreiro Miho Surui; o diretor da escola, Sawarapi Surui; a historiadora Mirtes Manaças (MPPA); a professora Jane Beltrão, organizadora do dossiê; e a coordenadora Luiza Mastop-Lima.

O evento é uma forma de agradecimento ao povo indígena Aikewara pelos ensinamentos compartilhados e pela confiança na parceria estabelecida com as instituições envolvidas. Além disso, homenageou as pessoas mais velhas e experientes do povo Aikewara, reconhecendo a importância fundamental que exercem na educação própria Aikewara e na educação escolar indígena na Terra Indígena Sororó. 

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As pessoas mais velhas ocupam um papel central na As pessoas mais velhas ocupam um papel central na organização social e cultural dos povos indígenas, sendo reconhecidas como guardiãs da memória e dos saberes tradicionais. Entre o povo Aikewara, da Terra Indígena Sororó (PA), essas lideranças são chamadas de guerreiras e de “bibliotecas vivas”, por preservarem e transmitirem conhecimentos essenciais para a continuidade da identidade coletiva.

Luiza Mastop-Lima e Arihera Surui,  apresentam a trajetória de Arihera, uma das poucas anciãs Aikewara vivas e referência na educação das novas gerações. Construída de forma colaborativa, a pesquisa evidencia práticas educativas, a valorização do território e o fortalecimento da memória coletiva, destacando a anciã como protagonista na produção e transmissão do conhecimento.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2025/12/construindolima.pdf

Para ler outros artigos da edição de v. 20, n. 3 do BMPEG. Ciência Humanas, acesse o link na bio!
As pessoas mais velhas ocupam um lugar central na As pessoas mais velhas ocupam um lugar central na organização social e cultural dos povos indígenas, sendo reconhecidas como guardiãs da memória coletiva e dos conhecimentos tradicionais. Entre o povo indígena Aikewara, de matriz tupi e habitante da Terra Indígena Sororó, no sudeste do Pará, essas lideranças são chamadas de guerreiras e de “bibliotecas vivas”, por concentrarem saberes fundamentais para a continuidade da identidade étnica do grupo.

O artigo de autoria entre Luiza Mastop-Lima e Arihera Surui, que também faz parte do Dossiê do BMPEG. Ciências Humanas (v. 20, n. 3), apresenta a trajetória e a atuação de Arihera Surui, uma das poucas anciãs vivas do povo Aikewara e referência incontornável na transmissão de conhecimentos históricos, culturais e educativos. Considerada por sua comunidade como uma grande educadora, Arihera desempenha papel ativo na formação das novas gerações, compartilhando narrativas sobre o território tradicional, práticas relacionadas à alimentação e à saúde, além de histórias que reforçam o pertencimento coletivo.

A pesquisa foi construída de forma colaborativa, com Arihera participando ativamente das decisões sobre o que registrar e como registrar. A metodologia incluiu o uso de gravador, registros escritos, produção de vídeos curtos com celular e observação participante. Entre os resultados, destacam-se ações educativas junto à escola indígena, a valorização de espaços do território pouco conhecidos pelos jovens e o fortalecimento da memória coletiva Aikewara.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2025/12/construindolima.pdf

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Resenha por Camille Castelo Branco, da Universidad Resenha por Camille Castelo Branco, da Universidade Federal do Pará (UFPA), analisa as relações históricas entre povos indígenas e o audiovisual no Brasil, com foco na fotografia como campo de disputas simbólicas, políticas e narrativas. O texto, publicado no Dossiê do BMPEG. Ciências Humanas, discute como a imagem foi utilizada tanto como instrumento de dominação e exotificação quanto como ferramenta de denúncia, memória e protagonismo indígena.

A autora toma como eixo a exposição e o livro Xingu: contatos, que enfrentam os paradoxos da produção imagética sobre os povos do Xingu, território indígena demarcado em 1961 e um dos mais fotografados e filmados do país. Com curadoria do cineasta indígena Takumã Kuikuro e do comunicador Guilherme Freitas, a mostra evidencia os diferentes modos de representação construídos ao longo do tempo, que vão da figuração exotizante e anônima à imagem do indígena como ameaça ou como idealização harmônica da relação entre humanidade e natureza.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2025/11/povosbranco.pdf

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