Ir para o conteúdo
Envelope Facebook Instagram Youtube
  • HOME
  • EDIÇÃO ATUAL
  • COLEÇÃO
  • REDES SOCIAIS
  • NOTÍCIAS
  • SOBRE
    • HISTÓRICO
    • CORPO EDITORIAL
    • GUIA DE PROCESSAMENTO
    • INDEXADORES
    • CONTATO
  • SUBMISSÕES
    • INICIAR SUBMISSÃO
    • INSTRUÇÕES AOS AUTORES
    • SEÇÕES
    • DOCUMENTOS
  • HOME
  • EDIÇÃO ATUAL
  • COLEÇÃO
  • REDES SOCIAIS
  • NOTÍCIAS
  • SOBRE
    • HISTÓRICO
    • CORPO EDITORIAL
    • GUIA DE PROCESSAMENTO
    • INDEXADORES
    • CONTATO
  • SUBMISSÕES
    • INICIAR SUBMISSÃO
    • INSTRUÇÕES AOS AUTORES
    • SEÇÕES
    • DOCUMENTOS

bmpeghumanas

Como a minissérie “Pssica” aborda a violência e as Como a minissérie “Pssica” aborda a violência e as relações sociais na Amazônia? No artigo “Pssica, a minissérie”, Gutemberg Guerra, da Universidade Federal do Pará (UFPA), analisa a produção audiovisual inspirada no livro homônimo de Edyr Augusto, publicado em 2015. O autor destaca a relação entre a obra literária e sua adaptação para as telas, ressaltando como as diferentes linguagens podem despertar emoções e estimular reflexões sobre os problemas sociais retratados.
O texto também chama a atenção para o uso inadequado e descontrolado das tecnologias de registro de imagens, que pode expor jovens a situações de violência e exploração. A partir da narrativa da minissérie, o autor aborda as conexões entre os espaços urbanos e ribeirinhos, evidenciando a presença de formas de dominação e de uma economia marginal ao controle do Estado e da sociedade civil. Dessa maneira, a obra contribui para refletir sobre as dinâmicas sociais e as diferentes manifestações da violência no contexto amazônico contemporâneo.

Acesse o artigo na íntegra em: https://www.scielo.br/j/bgoeldi/a/JsjBfczSC8BRXZWgnDNcXXP/?format=pdf&lang=pt&ilang=pt_BR

Para ler outros artigos da edição de v. 21, n. 2 do BMPEG. Ciência Humanas,acesse o link na bio!

#bmpeghumanas
#paratodosverem
O artigo “Admirável novo mundo: uma história da oc O artigo “Admirável novo mundo: uma história da ocupação humana nas Américas”, de Sebastião Lacerda Lima Filho e Manoel Odorico de Moraes Filho, ambos da Universidade Federal do Ceará (UFC), apresenta uma análise da obra Admirável novo mundo: uma história da ocupação humana nas Américas, de Bernardo Esteves, jornalista científico e pesquisador da história das ciências. O texto aborda o debate científico sobre a chegada e a dispersão dos primeiros grupos humanos pelas Américas, destacando como novas descobertas arqueológicas e avanços tecnológicos vêm questionando modelos tradicionais, como a ideia de uma única migração pelo Estreito de Bering há cerca de 13 mil anos. Ao discutir a obra a partir de referências como Lagoa Santa (MG), os autores também ressaltam a importância da pesquisa arqueológica brasileira para a compreensão da ocupação do continente e para a própria história da ciência no Brasil.

Acesse o artigo na íntegra em:  https://www.scielo.br/j/bgoeldi/a/VFZ5yRHTqZNBdMS4rBBcXKL/?format=pdf&lang=pt&ilang=en

Para ler outros artigos da edição de v. 21, n. 2 do BMPEG. Ciência Humanas,acesse o link na bio!

#bmpeghumanas
#paratodosverem
O artigo “As Mostras do Filme Etnográfico na Cinem O artigo “As Mostras do Filme Etnográfico na Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1975-1978)”, de Juliana Muylaert Mager, da Universidade Federal Fluminense (UFF), apresenta um estudo sobre as quatro edições da Mostra do Filme Etnográfico realizadas entre 1975 e 1978 na Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. A pesquisa foi desenvolvida a partir de documentos do arquivo da Cinemateca e de fontes da imprensa, buscando compreender a importância dessas iniciativas para a circulação do cinema etnográfico no Brasil.

O trabalho também relaciona as mostras realizadas no Rio de Janeiro a outros eventos que aproximaram cinema e antropologia no Brasil e no exterior, discutindo a formação e a expansão dos festivais etnográficos. Ao recuperar essa experiência anterior ao surgimento de importantes festivais latino-americanos dos anos 1990, o artigo contribui para a reflexão sobre a história desses circuitos, suas formas de circulação e as relações entre produção audiovisual, antropologia e difusão cultural.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/08/mostrasmager_.pdf

Para ler outros artigos da edição de v. 21, n. 2 do BMPEG. Ciência Humanas,acesse o link na bio!

#bmpeghumanas 
#paratodosverem
No ensaio, Juan Diego Andrango compartilha experiê No ensaio, Juan Diego Andrango compartilha experiências de processos e oficinas de audiovisual desenvolvidos coletivamente com povos Guarani de São Paulo, no Brasil, e comunidades andinas do Equador.

O trabalho aborda o cinema como ferramenta de democratização do conhecimento, construção de narrativas a partir das próprias cosmovisões e preservação da memória, da cultura, dos conhecimentos ancestrais e dos territórios dos povos originários.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/08/cineandrango.pdf

Para ler outros artigos da edição de v. 21, n. 2 do BMPEG. Ciência Humanas, acesse o link na bio!

#bmpeghumanas​
#paratodosverem​
O artigo “Cine compartido: narrativas audiovisuale O artigo “Cine compartido: narrativas audiovisuales en comunidades de Brasil y Ecuador”, de Juan Diego Andrango, da Universidad de Las Américas, em Quito, no Equador, apresenta a experiência de um projeto desenvolvido no Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina (PROLAM) da Universidade de São Paulo (USP). O trabalho reúne experiências de produção audiovisual realizadas de forma coletiva e colaborativa com povos Guarani da cidade de São Paulo, no Brasil, e comunidades andinas do Equador.

A pesquisa aborda o audiovisual como ferramenta de democratização do conhecimento e de apropriação de recursos cinematográficos pelas próprias comunidades, possibilitando a construção de narrativas a partir de suas cosmovisões e cosmogonias. O artigo também discute como essas produções podem contribuir para a preservação da memória visual e oral, das línguas, dos conhecimentos tradicionais e dos territórios, além de destacar o cinema coletivo como espaço de resistência e defesa da diversidade e dos direitos dos povos originários.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/08/cineandrango.pdf
Para ler outros artigos da edição de v. 21, n. 2 do BMPEG. Ciência Humanas,acesse o link na bio!

#bmpeghumanas
#paratodosverem
No vídeo, Maria das Graças Lins Brandão, uma das a No vídeo, Maria das Graças Lins Brandão, uma das autoras do artigo “Sociobiodiversidade e bioeconomia nos setecentos”, fala sobre a pesquisa que recupera registros de plantas nativas brasileiras descritas por Frei Mariano da Conceição Veloso no século XVIII.

O estudo reúne informações sobre 153 espécies e seus usos tradicionais, destacando a importância desses conhecimentos históricos para as discussões atuais sobre sociobiodiversidade e bioeconomia no Brasil.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/08/sociobiodiversidadebrandao_.pdf

Para ler outros artigos da edição de v. 21, n. 2 do BMPEG. Ciência Humanas, acesse o link na bio!

#bmpeghumanas
#paratodosverem
O artigo “Sociobiodiversidade e bioeconomia nos se O artigo “Sociobiodiversidade e bioeconomia nos setecentos: plantas nativas na obra ‘Flora Fluminensis’, de Frei Mariano da Conceição Veloso (1741-1811)”, de Maria das Graças Lins Brandão, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG); Juliana Paula-Souza, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); Fabiana Luiza Ranzato Filardi, do Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro; Caroline Zheng, da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ); e Padre Lauro Palú (in memoriam), recupera conhecimentos históricos sobre o uso de plantas nativas brasileiras registrados por Frei Mariano da Conceição Veloso no século XVIII.

A pesquisa analisa a obra “Flora Fluminensis”, organizada em 1790, e identifica informações sobre 153 espécies de um total de 1.639 plantas catalogadas, discutindo seus usos tradicionais e seu potencial econômico. Entre os registros estão 48 espécies medicinais, além de plantas utilizadas na alimentação e na produção de madeiras, fibras e pigmentos. O estudo também destaca os nomes indígenas das espécies e seus usos como alternativas a plantas introduzidas ou importadas, mostrando como conhecimentos históricos sobre a sociobiodiversidade brasileira podem contribuir para discussões atuais sobre bioeconomia e valorização dos recursos naturais.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/08/sociobiodiversidadebrandao_.pdf

Para ler outros artigos da edição de v. 21, n. 2 do BMPEG. Ciência Humanas, acesse o link na bio!

#bmpeghumanas
#paratodosverem
O artigo “Caçadores-coletores na Serra do Mar dura O artigo “Caçadores-coletores na Serra do Mar durante o Holoceno inicial e tardio”, de Gabriel Procópio Nunez Silva, Laercio Loiola Brochier, Leonardo José Cordeiro Santos, Luis Augusto Koenig Veiga e Fabio Parenti, todos vinculados à Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba, Paraná, investiga a presença e as características de grupos caçadores-coletores que ocuparam a região da Serra do Mar durante o Holoceno. O estudo tem como foco o sítio arqueológico Céu Azul, localizado na bacia do rio Pequeno, no limite entre o planalto paranaense e a costa atlântica. Considerado um dos sítios líticos a céu aberto mais antigos do Paraná, o local apresenta vestígios associados à transição entre o Pleistoceno e o Holoceno.

A pesquisa busca compreender como o sítio foi formado e preservado ao longo do tempo, analisando os depósitos sedimentares, os solos e as matérias-primas utilizadas pelos grupos que ocuparam a região. Os pesquisadores identificaram diferentes níveis arqueológicos e observaram que processos gravitacionais, como o deslocamento de sedimentos pelas encostas, tiveram papel importante na formação do sítio, enquanto a ação dos rios também contribuiu para os níveis mais antigos. O estudo ainda aponta o riolito como principal matéria-prima empregada, provavelmente obtida em depósitos de canais associados à Formação Guaratubinha. Os resultados ajudam a ampliar o conhecimento sobre a ocupação humana da Serra do Mar e mostram que ambientes a céu aberto, apesar dos desafios de preservação, também podem revelar importantes evidências sobre a mobilidade e o modo de vida de antigas populações caçadoras-coletoras.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/08/cacadoressilva_.pdf

Para ler outros artigos da edição de v. 21, n. 2 do BMPEG. Ciência Humanas, acesse o link na bio!

#bmpeghumanas
#paratodosverem
Como a Amazônia foi representada e inserida nos pr Como a Amazônia foi representada e inserida nos projetos de modernização do Brasil durante o Estado Novo? Essa é uma das questões discutidas no artigo “O discurso intelectual e o projeto nacional para a Amazônia nas páginas da Revista Brasileira de Geografia e da Cultura Política (1939-1945)”, de Matheus Villani Cordeiro e Rômulo de Paula Andrade, pesquisadores da Casa de Oswaldo Cruz, no Rio de Janeiro. O estudo analisa os discursos publicados em duas revistas alinhadas ao regime de Getúlio Vargas, buscando compreender como seus colaboradores ajudaram a construir uma determinada imagem da Amazônia no cenário nacional.

Publicado a partir de uma análise do período entre 1939 e 1945, o artigo mostra como a região passou a ocupar posição estratégica nos projetos de desenvolvimento, integração econômica e modernização do país, especialmente durante a Segunda Guerra Mundial. Temas como agricultura, saúde, colonização, transporte, exploração de recursos naturais e a produção de borracha aparecem nesse processo, articulados a iniciativas como a “Marcha para o Oeste” e o “Discurso do Rio Amazonas”. A pesquisa evidencia, assim, como intelectuais ligados ao regime contribuíram para difundir a ideia de uma Amazônia com grande potencial econômico, mas que dependeria da ação e da organização do Estado para ser incorporada ao projeto nacional.
Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/08/discursocordeiro.pdf

Para ler outros artigos da edição de v. 21, n. 2 do BMPEG. Ciência Humanas, acesse o link na bio!

#bmpeghumanas
#paratodosverem
Siga-nos no Instagram

Edição Atual

Notícias

Coleção


Contatos

E-mail: boletim.humanas@museu-goeldi.br

Facebook Envelope Instagram Youtube

Av. Perimetral, 1901 – Terra Firme, Belém – PA, 66077-830