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O pesquisador Antonio Guimarães fala um pouco mais O pesquisador Antonio Guimarães fala um pouco mais sobre o artigo Biografia vitrificada: agências e materialidades nos processos migratórios em um século de atividades seringueiras na Amazônia (1848-1945)”. A pesquisa que investigou a cultura material vítrea do sítio arqueológico-histórico Taboca-1, no médio rio Xingu, a partir da noção de agência das coisas. Integrando evidências arqueológicas e fontes históricas, o estudo analisa a circulação de objetos, pessoas e da seringueira durante os ciclos da borracha na Amazônia.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/04/biografiaguimaraes.pdf

Para ler outros artigos da edição de v. 21, n. 1 do BMPEG. Ciência Humanas, acesse o link na bio!

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No vídeo, o pesquisador Fábio Alves, do Instituto No vídeo, o pesquisador Fábio Alves, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), apresenta os principais resultados de seu artigo publicado no BMPEG. Ciências Humanas, v. 21, n. 1.

A pesquisa analisa como diferentes discursos históricos buscaram legitimar a apropriação do território amazônico. A partir de relatos de viajantes europeus no Rio Amazonas, de discursos de líderes políticos e de propostas contemporâneas de desenvolvimento, o autor identifica permanências narrativas que atravessam diferentes períodos históricos.

Disponível em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/03/legitimacaoalves-1.pdf

 

Para ler este e outros artigos da edição v. 21, n. 1 do BMPEG. Ciências Humanas, acesse o link na bio.

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A tese de doutorado “Por uma literatura afro-pindo A tese de doutorado “Por uma literatura afro-pindorâmica: as narrativas de Itamar Vieira Junior (2012-2021)”, de autoria de Zidelmar Alves Santos, desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC), propõe uma reflexão sobre a produção literária de Itamar Vieira Junior a partir da articulação entre ancestralidades africanas e indígenas. O estudo apresenta o conceito de “literatura afro-pindorâmica”, fundamentado especialmente nas contribuições teóricas de Eduardo de Assis Duarte, Cuti (Luiz Silva) e Antônio Bispo dos Santos (Nego Bispo), buscando ampliar as discussões sobre a literatura brasileira de autoria negra.

A pesquisa dedica atenção especial ao romance Torto arado, obra que se tornou um marco da literatura contemporânea brasileira ao abordar temas como a luta pela terra, a moradia, as práticas religiosas afro-brasileiras e as desigualdades étnico-raciais. Além de analisar a narrativa literária, o trabalho investiga as relações entre a obra ficcional e a trajetória acadêmica de Itamar Vieira Junior, destacando como sua escrita contribui para o debate sobre os processos históricos e sociais que ainda impactam comunidades marginalizadas no Brasil.
Acesse a resenha na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/03/literaturasantos.pdf

Para ler outros artigos da edição de v. 21, n. 1 do BMPEG. Ciência Humanas, acesse o link na bio!

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As autorias Gabriela Sacramento Palmeira da Silva As autorias Gabriela Sacramento Palmeira da Silva e Christianni Cardoso Morais, da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), assinam o texto “Muquifu: um museu que acolhe a diversidade”, que apresenta reflexões sobre a obra “Museus, práticas museais e comunidades” (2021). O livro reúne textos apresentados durante o 1º Seminário Internacional do Museu dos Quilombos e Favelas Urbanos (Muquifu), realizado virtualmente em novembro de 2020, em razão da pandemia de Covid-19. Organizada por Samanta Coan, Mauro Luiz da Silva e Jezulino Lúcio Mendes Braga, a publicação aborda diferentes perspectivas sobre museus comunitários, memória, práticas museais e diversidade social e cultural.

A resenha bibliográfica destaca a trajetória do Muquifu, museu comunitário localizado na Vila Estrela, em Belo Horizonte (MG), idealizado pelo Padre Mauro Luiz da Silva e inaugurado em 2012. A instituição surgiu a partir das vivências e memórias dos moradores do aglomerado Santa Lúcia, consolidando-se como espaço de acolhimento, preservação cultural e valorização das identidades locais. Além de apresentar a história do museu, as autorias ressaltam o caráter interdisciplinar da obra, construída por pesquisadores e profissionais de áreas como museologia, história, educação, ciência da informação, teologia e artes, evidenciando o compromisso do Muquifu com a inclusão e a diversidade.

Acesse a resenha na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/04/muquifusilva.pdf

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O artigo ‘Organizando dados e contando histórias: O artigo ‘Organizando dados e contando histórias: a longa história indígena do vale do Itajaí a partir de um banco de dados arqueológicos’ de autoria de: Fabiana Terhaag Merencio, vinculada à Universidade Federal do Paraná e à Universidade Federal de Santa Catarina, Lucas Reis Bueno, Thiago Umberto Pereira, Lorena Ferreira Nogueira e Bettina Denardi, da Universidade Federal de Santa Catarina, além de Gabriela Oppitz, da Universidade de São Paulo, e Lucas Bond Reis, da University of Arizona, compõe a edição do BMPEG.Ciências Humanas (v. 21, n1).
O estudo apresenta uma síntese atualizada sobre a ocupação indígena no vale do Itajaí, em Santa Catarina, reunindo informações arqueológicas e históricas que revelam a presença contínua de povos indígenas na região ao longo de aproximadamente 10 mil anos.

A pesquisa utiliza um banco de dados arqueológicos aliado a atividades de campo recentes para ampliar a compreensão sobre as dinâmicas de ocupação e interação entre diferentes grupos indígenas ao longo do vale do Itajaí. O artigo aborda sítios arqueológicos variados, como sambaquis, sítios líticos, abrigos sob rocha e áreas associadas aos povos Jê meridionais, além de dialogar com a memória do povo Laklãnõ-Xokleng. Ao propor uma visão integrada das histórias indígenas de longa duração, o estudo busca superar interpretações fragmentadas da arqueologia tradicional e reforça a importância do vale do Itajaí como um dos principais cenários da história indígena no Sul do Brasil.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/04/organizandomerencio.pdf

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As autorias Antonio Pedro Costa Bastos, Marcus Vin As autorias Antonio Pedro Costa Bastos, Marcus Vinicius de Oliveira Magno e Ely Simone Cajueiro Gurgel, vinculadas ao Museu Paraense Emílio Goeldi, juntamente com Sheila Costa Vilhena Pinheiro e Ana Cristina Andrade de Aguiar-Dias, da Universidade Federal do Pará, e Pedro Glécio Costa Lima, do Museu Nacional de História Natural e Ciência, assinam o artigo ‘Usos culturais e educacionais do miritizeiro (Mauritia flexuosa L. f.): relações possíveis na Base Nacional Comum Curricular’, que compõe a edição do BMPEG. Ciências Humanas (v. 21, n.1). 

O estudo aborda a importância do miritizeiro, símbolo cultural do município de Abaetetuba, no Pará, e investiga de que forma os conhecimentos tradicionais dos artesãos locais podem dialogar com as propostas educacionais da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).

A pesquisa, de caráter etnográfico e qualitativo, foi realizada com artesãos de Abaetetuba e identificou múltiplos usos do miritizeiro, evidenciando seu valor econômico, cultural e pedagógico. O artigo destaca que praticamente todas as partes da planta possuem aplicações no cotidiano das comunidades amazônicas, fortalecendo práticas sustentáveis e a preservação dos saberes tradicionais. Ao relacionar a bioculturalidade amazônica com o ensino fundamental, o estudo demonstra como experiências locais podem contribuir para uma educação contextualizada, capaz de promover consciência ecológica, valorização cultural e aprendizagem significativa nas escolas.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/04/usosbastos.pdf

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O pesquisador François Copin, vinculado à Universi O pesquisador François Copin, vinculado à Université Paris Ouest Nanterre La Défense e ao Centre national de la recherche scientifique (CNRS), apresenta no artigo 'Person auxiliaries in Wayampi' uma análise aprofundada dos chamados “auxiliares de pessoa” na língua Wayampi, pertencente à família linguística Tupi-Guarani. O estudo investiga elementos gramaticais que acompanham verbos e desempenham papel fundamental na marcação de pessoas em construções verbais complexas, especialmente em verbos transitivos. Segundo o autor, esses auxiliares não possuem sentido independente e aparecem sempre associados a formas verbais específicas.

A pesquisa também contextualiza o Wayampi como uma das três línguas do ramo setentrional da família Tupi-Guarani, falada por cerca de duas mil pessoas no estado do Amapá, no Brasil, e na Guiana Francesa. O artigo reúne dados de diferentes variantes da língua, obtidos tanto por meio de traduções do Novo Testamento quanto em trabalhos de campo realizados pelo pesquisador na aldeia Wayampi de Zidoc, em Trois Sauts. Ao discutir o funcionamento desses auxiliares de pessoa, François Copin contribui para os estudos sobre tipologia linguística e sobre os sistemas de indexação de pessoa nas línguas indígenas sul-americanas.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/04/personcopin2.pdf

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O artigo “Valores culturais da natureza: o imaginá O artigo “Valores culturais da natureza: o imaginário amazônico como fonte inexplorada em políticas públicas de proteção ambiental”, de Jaqueline Ferreira de Oliveira, Marina Fernandes de Figueiredo Souza Teixeira e Paulo Beltrão Rabelo, publicado no Museu Paraense Emílio Goeldi, propõe refletir sobre como o imaginário amazônico e a dimensão afetiva da relação entre ser humano e natureza podem fortalecer as políticas públicas de conservação ambiental, destacando que a valorização cultural e simbólica do meio ambiente pode gerar maior engajamento social na proteção da natureza.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/03/valoresoliveira.pdf

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A partir do artigo Dimensões políticas dos discurs A partir do artigo Dimensões políticas dos discursos rondonianos, Pedro Libanio analisa como os discursos de ciência e da civilização dos indígenas foram mobilizados pela imprensa entre as décadas de 1900 e 1920. A pesquisa discute como essas narrativas ajudaram a legitimar ações sobre os territórios e as populações indígenas, além de contribuir para a divulgação dos trabalhos de Cândido Rondon e do Museu Nacional. Uma reflexão importante sobre ciência, imprensa e política no Brasil do início do século XX.

Acesse o artigo na íntegra em: https://boletimch.museu-goeldi.br/wp-content/uploads/2026/04/dimensoescarvalho.pdf

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